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0. Sobre o Autor

Pro captu lectoris habent sua fata libelli

Não tenho muitas boas qualidades mundanas ou espirituais.

Uma de minhas professoras um dia me admoestou dizendo que nunca havia conhecido uma pessoa com tamanha disparidade entre seu conhecimento intelectual e a prática na vida cotidiana. Creio que essa avaliação é acurada, e embora minha prática (formal e na vida cotidiana) não seja exatamente zero, meu esforço em dar sentido as coisas e colocar as coisas em perspectiva, priorizando o que deve ser prioritário, tem sido quase irrisório.

Passo a maior parte do meu tempo assistindo séries e talk shows na TV, ou me exibindo em redes sociais. Nem a mim mesmo tenho consistentemente sido capaz de trazer benefício, que dizer com relação aos outros.

Mesmo assim, ao longo dos anos muitas pessoas se dirigiram a mim com questionamentos sobre a tradição budista, e mesmo em meio a minhas constantes tentativas de dirigir essas pessoas a professores fidedignos, percebi que precisava dizer o que sabia, quando sabia.

Ao longo de 10 anos respondi cerca de 20.000 e-mails sobre budismo, e, dois anos atrás, criei uma conta num site que aceita perguntas anônimas. O sucesso foi grande. Esta é a tentativa de revisar e organizar estes últimos questionamentos. Atualmente é um texto de 120.000 palavras, o que equivale a um livro de 600 páginas.

Verdadeiramente, não estou dizendo nada novo aqui. Sou apenas um papagaio que repete, com maior ou menor precisão, o que ouço. Meu único mérito é saber valorizar aquilo que tem valor.

As pessoas que vieram até mim têm um carma misto, porque se interessam, em algum nível, pelo darma do Buda, mas em outro nível, não tiveram mérito de encontrar um professor verdadeiro. Que estas respostas não saciem suas perguntas de forma alguma, e que todos, escritor, leitores e questionadores, possam se envolver no relacionamento sagrado com um ser de sabedoria — em carne e osso, de acordo com nossa necessidade convencional — que possa, efetivamente, guiar até o resultado supremo.

Padma Dorje, Abril de 2011

Como você chegou ao budismo?

Quando criança era aquele tipo de menino que curte física e cosmologia, coisas assim, e, como numa cena do filme Annie Hall, ficava realmente chateado com essa história de que tudo ia se expandir indefinidamente ou se contrair de novo. Mesmo que eu viesse a ser algo como Shakespeare, fizesse coisas realmente grandiosas, nada disso ia durar muito tempo. Para começar, a morte do sol, em 5 bilhões de anos ia atrapalhar meu caminho para a fama intergaláctica. Enfim, costumava ser uma espécie de niilista megalomaníaco.

Acho que tinha uns 12 anos e li o Tao da Física, que é leitura para essa idade, como Eram os Deuses Astronautas, Isaac Asimov e outras diversões sensacionalistas do tipo. Mas naquele livro me impressionou algo da descrição do taoísmo e do budismo — que eu conhecia como verbetes de enciclopédia. A imperfeita e pobre descrição da sabedoria oriental naquele livro foi ao menos o suficiente para que eu voltasse, vez após vez, a essa temática ao longo dos próximos anos.

Enfim, na década de noventa eu gostava de ler sobre todo aquele mumbo jumbo de que o Eco fala no Pendulo de Foucault, cabala, templários, essas coisas, mais Jung e, enfim, Mircea Eliade. No Ioga: Imortalidade e Liberdade li pela primeira vez o nome de Padmasambava e de alguns dos mahasiddhas, e logo ficou claro para mim que o tantra, como uma tecnologia espiritual, em particular o tantra budista, era a coisa mais interessante e profunda do mundo. No entanto, era quase como um livro de aventura — com seus exageros e erros, e com suas descrições um bocado fúteis — porque não há como colocar nada em prática, ou saber como começar, tanto pela própria natureza da leitura daquele livro em particular quanto pelo fato de que é um sistema que exige um professor vivo e presente de alguma forma.

Então um amigo me levou para conhecer o Lama Samten, que usou os nomes Milarepa e Padmasambava logo na primeira palestra — aquela tradição de que Eliade falava existia e estava viva, e em Porto Alegre!

Alguns dias antes havia visto Chagdud Rinpoche fazendo um puja de Tara no parque da cidade. Tudo o que eu tinha lido antes não dava a dimensão da postura e fala dos lamas, que tratava-se de uma forma de vida excelentemente íntegra que eu ainda não havia visto em ninguém. Nada, em termos de um sistema de crenças ou ideias, me pareceu remotamente tão interessante quanto o budismo. Aos poucos fui me aproximando do Buda (minha conexão inicial era com gente como Saraha e Virupa). Logo ofereci trabalho para os lamas e desde então, com altos e baixos, é o que faço: servir a sanga e os lamas.

Quem são seus professores?

O primeiro mestre que vi em pessoa foi Sua Eminência Chagdud Tulku Rinpoche, numa prática de Tara Vermelha que ele fez em público, num parque de Porto Alegre. Assisti sua execução cuidadosa, requintada e intensa dos mudras de oferenda e fiquei bastante impressionado. Fiz alguns retiros com Rinpoche, e tive alguns momentos de proximidade, embora nunca tenha trocado mais do que meia dúzia de palavras com ele. No entanto, ter estado presente no retiro de Powa em que ele faleceu foi o ponto mais alto da minha vida.

Tomei refúgio formalmente pela primeira vez numa iniciação vajrayana com Chagdud Khadro em 98. É a ela a quem ainda respondo diretamente hoje, e sua bondade em me acolher e me dar trabalho — além de prover o darma — foi com certeza igual a de Marpa para com Milarepa (com a vantagem dela ser muito mais gentil do que Marpa).

Depois disso participei de cerimônias e tomei votos com vários professores. Em especial Jigme Tromge Rinpoche e Lama Sherab Drolma. Tenho grande consideração por todos os lamas e alunos mais antigos de Chagdud Rinpoche, embora não tenha sido formalmente aceito como aluno por todos eles, os considero meus professores.

Recebi ensinamentos públicos mais detalhados, por alguns dias pelo menos, de vários lamas tibetanos: Sua Santidade o Dalai Lama, Dzongsar Khyentse Rinpoche, Jigme Khyentse Rinpoche, Sogyal Rinpoche, Terton Namkha Drimed Rinpoche, Khenpo Karthar Rinpoche, Phakchok Rinpoche e Wangdor Rinpoche. Esses lamas não me conhecem pessoalmente, e com certeza não me considerariam um aluno — mas eu tenho o mérito de não ver falha alguma neles. O prof. Alan Wallace, a quem tive o privilégio de traduzir em duas visitas ao Brasil, é também fonte constante de inspiração.

Tive um contato breve, mas impressionante, com alguns professores do zen. Em particular Tokuda San — que é a corporificação mais leve e dramática do espírito zen que vim a conhecer. E também o impressionante Moriyama Roshi precisa ser mencionado — um ensinamento completo do darma pela mera presença. Os queridos Heila e Rodney Downey me apresentaram à prática de koan.

Infelizmente, com minha parca capacidade, não consigo me dedicar nem mesmo a um conjunto pequeno de práticas simples da tradição nyingma. Então, no meu caso, não acho possível me dedicar a várias práticas pelas quais tenho grande consideração, tanto do zen quanto de outras tradições tibetanas.

Que benefícios você percebe que a prática espiritual budista lhe proporcionou?

Com certeza bem menos raiva. Um pouco menos de apego e orgulho. A ironia é que poderia ser apenas a maturidade chegando — por outro lado, não vejo nos meus contemporâneos esse tipo de "maturidade" se manifestando. Talvez seja minha visão impura deles, mas o mais possível, pelo exame de mim mesmo e do controle de qualidade da sanga, é que eu tenha melhorado um pouco através do darma.

Fora isso, é como um casamento. Há coisas que dão trabalho e incomodação, e que se eu não fosse budista, não dariam. Mas em geral compensa, porque é difícil imaginar o que eu estaria fazendo não fosse o darma. A minha direção antes do darma não era positiva mesmo em termos mundanos. Então provavelmente estaria afundado nas drogas, provavelmente louco. Entre meus amigos de antes do darma há gente que morreu assassinado, e outros que se suicidaram. Pode ser que eu escapasse desses fins, mas muito provavelmente em situação pior — do ponto de vista puramente mundano — eu estaria. Sem falar do ponto de vista espiritual.

O darma muitas vezes também me proporcionou muitos benefícios mundanos. Como muitas conexões preciosas de trabalho e boa vida — em comunidade e fora dela. Porém, este é o meu mérito particular — talvez outra pessoa não tivesse a mesma experiência no darma. Mesmo em situações difíceis, com certeza o darma permite que eu lide com elas de forma diferente, mais positiva. Disso não há dúvida. Esse é um benefício quase espiritual. Já o benefício propriamente espiritual, esse é incomensurável: não saberia medir precisamente. As portas que Guru Rinpoche abriu para mim são difíceis até de explicar para quem não tem essa conexão.

Agora, quando leio a biografia dos grandes professores, como Milarepa, que passaram grandes dificuldades — vejo que o darma não necessariamente melhora externamente a vida da pessoa. Milarepa tinha uma vida externa basicamente miserável — mas o que o darma deu para ele era incorruptível mesmo diante de qualquer situação amargamente ruim que pudesse ser encontrada. Esse tipo de coisa é muito mais importante do que qualquer conquista temporária. Minha situação boa é como uma bolha — a de todos nós. Uma guerra ou catástrofe natural muda tudo em poucas horas. E algo ruim sempre pode acontecer, ninguém está livre da manifestação de um carma pessoal ou coletivo oculto. Mas com o darma existe a possibilidade da pessoa usar qualquer situação, positiva ou negativa, com uma boa finalidade. Então ela está próspera em qualquer circunstância. Outras religiões com certeza proveem algo desse tipo de conforto. Mas eu apenas tive o mérito de encontrar algo que funciona para mim.

Quais são as suas práticas?

O conselho geral é que a pessoa só discuta suas práticas com seu professor. Em particular no vajrayana (que é o que supostamente eu deveria praticar, pelos gurus com que sinto conexão), se deve manter total discrição sobre o que se faz.

Qual o ensinamento mais valioso que você recebeu?

A mim foram oferecidos dezenas de ensinamentos inestimáveis, porém não recebi quase nenhum, porque sou um pote emborcado, rachado e envenenado, o que quer dizer que meu orgulho não me deixa ouvir, o que eu eventualmente ouço eu esqueço, e o que eu não esqueço eu misturo com minhas aflições mentais e transformo em algo que não é darma. Portanto tenho me esforçado para ser capaz de ouvir, reter e não alterar os ensinamentos.

Ainda falta muito para você atingir a iluminação?

Não sei. Imagino que algumas dezenas ou centenas de vidas — se eu não perder o caminho espiritual e vagar pelo samsara a esmo por milhares de vidas, o que pode acontecer... a qualquer momento.

Por outro lado, o que todos os meus professores sempre disseram em público para todos os seus alunos é que existe a possibilidade da iluminação nesta mesma vida para a maioria de nós. Desde que façamos a prática diligentemente e tenhamos o mérito de colocar as prioridades na ordem certa.

Você estuda o budismo há quanto tempo? Você ainda se surpreende com os textos?

Desde 1998. Sim, me surpreendo bastante. Mas textos são uma parte muito pequena da minha relação com budismo.

Além disso, essa cultura de exigir constante entretenimento é um pouco antitética ao darma. O darma não é chato, por si só, e a maioria dos professores é verdadeiramente fascinante. Por outro lado, a expectativa de diversão constante está totalmente distorcida pelo excesso de entretenimento que consumimos — entretenimento este que compete por nossa atenção com conteúdo cada vez mais gritante.

Portanto é preciso, para ouvir (e ler) o darma, desenvolver uma mente que não busca excitação constante. Normalmente caímos em torpor sem excitação constante. A prática de meditação visa encontrar um ponto de equilíbrio flexível de clareza entra a agitação e o torpor que são nosso hábito e muitas vezes, pior ainda, são fomentados pela cultura em que vivemos.

Você tem autoridade para dar respostas conclusivas sobre o Budismo ou apenas está expressando suas opiniões de estudioso sincero mas que podem eventualmente estar erradas em alguns pontos?

Não tenho nenhuma autoridade especial, mas sou lido por outros budistas e debato o budismo ao longo de todo o tempo que pratico, portanto possivelmente não há nada de terrivelmente equivocado aqui. De toda forma, se algo incomoda você — e mesmo o que não incomoda —, é altamente aconselhável refazer a pergunta para um professor do darma. E se você quiser me ajudar a revisar uma resposta, por favor escreva para padma.dorje@gmail.com.

Aconselho que todas essas dúvidas sejam levadas por você a seu professor, e avaliadas por você da forma mais aprofundada possível. Minhas respostas podem ajudá-lo a refinar pontos mais difíceis com seu professor e sua própria consciência em conjunto. Esse seria um uso excelente dessas respostas.

Por que seu nome é Padma Dorje e o que ele significa?

Quando tomamos refúgio nas três joias numa cerimônia formal muitas vezes recebemos um nome no darma, ligado (pela língua, ou mesmo pelas palavras utilizadas) à tradição budista específica em que tomamos refúgio. Os nomes em geral são ligados a boas qualidades espirituais: essas qualidades já podemos ter, ou simplesmente temos o potencial de desenvolver.

Após minha segunda ou terceira cerimônia de refúgio, pedi um nome do darma a Chagdud Rinpoche.

Padma é a lótus, vinculada com a família do Buda Vermelho, Amitaba, que por sua vez está associado à vitória sobre o apego, e à sabedoria discriminativa e à fala iluminada. A lótus é um símbolo comum no budismo por surgir muito branca em meio a um lodaçal, como a compaixão surge em meio à experiência cíclica.

Dorje é "o senhor entre as pedras", isto é, o diamante — é a tradução comum do termo "vajra". Representa a indestrutibilidade e inseparatividade da natureza essencial da mente — as boas e más experiências não são capazes de alterar suas qualidades fundamentais, que são abertura, criatividade e compaixão. Representa também a natureza da realidade última, o reconhecimento do sonho como um sonho.

É um nome bastante comum na sanga, e também entre os tibetanos em geral. Conheço mais de uma dúzia de Padma Dorjes, inclusive dois lamas. Por si só não representa nenhuma qualidade especial no portador do nome: essas qualidades são comuns a todos os seres.

Se pudesse dar só um ensinamento pra sintetizar tudo que aprendeu ao longo dos anos qual seria?

Quando tudo mais parece impossível, duas coisas é útil não abandonar: contemplação da impermanência e a necessidade de revelar ao máximo um bom coração.

Mas o ponto crucial é "apenas lembre o professor".

O que sua formação em filosofia pôde contribuir para sua relação com o budismo?

Acho que não existe relação ou contribuição.

Sua formação em filosofia acrescentou algo à sua relação como budismo? Ou não?

Não acrescentou. Foi um período interessante do ponto de vista antropológico; também do ponto de vista que você deve integrar o que quer que surja como prática, mas em termos dos conteúdos mesmos do curso de filosofia, eles não apresentam relação alguma com a prática do darma, pelo menos na universidade que eu cursei, a UFRGS.

Por que você concluiu que o budismo é melhor que o cristianismo?

Só fui ver algum benefício no cristianismo após ter praticado o budismo. Nunca me interessei propriamente pelo cristianismo. Para mim é melhor, mas eu não posso impor um juízo de comparação entre “maçãs e laranjas” – isto é, não são nem o mesmo tipo de coisas, para serem comparados.

Você é vegetariano?

Fui ovo-lacto-vegetariano por seis meses, um ano antes de começar a praticar o darma. Em geral, como o que está disponível.

Tenho tentado nos últimos anos ser "flexitariano", ou "semivegetariano", isto é, evitar carne no mais das vezes, e aceitá-la em condições sociais que criariam qualquer tipo de discussão sobre dieta.

A sua família também é budista?

Não. Minha mãe é cristã, com tendências espíritas e afrossincréticas. Consta que meu pai foi coroinha, mas me deixou uma Bíblia um pouco diferente de uma católica — não sei ao certo de que denominação evangélica. É a única Bíblia que folheei. Outras poucas pessoas na minha família são católicas assumidas, mas só uma tia é frequentadora assídua — gosta dos carismáticos e de padres bregas em geral. A única pessoa que atribui à religião alguma relevância especial é essa minha tia. Minha mãe não parece ter uma visão propriamente espiritual, ela só pede ajuda e quer melhorar sua vida com o favorecimento de seres supostamente superiores.

Quando criança eu não parava de repetir uma palavra rapidamente, ao longo de vários dias, e um tio me disse "sabe que lá na Índia eles fazem isso" — e falou de ioga e fisiologia sutil — quer dizer, da existência dessas coisas. Tinha 9 anos, e a palavra, antes que cogitem que estou dando uma de tulku, era "bologna" — que eu li numa placa de pizzaria.

Nunca acreditei em Deus. Em alguns momentos, até a puberdade, eu até tentei. Depois era mais divertido dizer que era agnóstico, e desatar o horror com a professora de religião — fiz o ensino fundamental numa escola lassalista, católica portanto. Nunca assisti nenhuma missa nem ouvi nenhum sermão. Tomei uns passes num centro espírita com uns 10 anos — percebi um ambiente calmo, até relaxante, cheio de gente fingindo que não está assustada com a perspectiva da própria morte. Posteriormente li, com má vontade e um olho acirradamente antipositivista, um ou dois livros do Alan Kardec. Logo depois não dava mais tempo, porque ler sobre ciência me parecia bem mais divertido.

Você vive em um mosteiro?

Ao longo dos anos, por alguns períodos (o maior deles de dois anos) vivi em centros de darma. Nenhum deles era monástico — na verdade até hoje conheci apenas dois praticantes budistas com desejo de seguir o caminho monástico —, ainda assim, a dedicação nestes centros era exclusivamente à prática espiritual. Agora vivo em Porto Alegre e tento coadunar alguma prática formal com um dia-dia por vezes frenético de ocupações, por vezes cheio de distração e preguiça.

Há perguntas que você prefere não responder. Qual o motivo?

Algumas vezes as perguntas são simplesmente bobas demais ou repetidas. Outras vezes não quero certos nomes e palavras divulgados, para não ser parcialmente o agente de uma interdependência dessas coisas com outras pessoas. (No caso de professores falsos, por exemplo.)

Às vezes a questão é pessoal demais, e em ainda outras, não é possível responder sem causar grande polêmica desnecessária e contraproducente. Em todo caso, em privado padma.dorje@gmail.com, para um não anônimo, posso responder algumas dessas perguntas.


Retorne ao índice. Envie suas perguntas, correções e sugestões para padma.dorje@gmail.com. Última alteração em 2017-03-19 15:47:22.




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