
A crença e apego ao eu como base do sofrimento
Ausência de eu é o mesmo que vacuidade? No que diferem, no que são a mesma coisa?

Ausência de eu, identidade e interdependência
Como o budismo coaduna as ideias de renascimento e inexistência de um eu?

Se vale tudo, não vale nada
Ao realizar a ausência de eu, já que se realiza a vacuidade de uma coisa, não seria natural simplesmente realizar a vacuidade de todas as outras coisas?

Veículos dos ouvintes e dos solitários
Segundo o mahayana, o Buda ensinou dois veículos inferiores para seres sem a coragem e capacidades necessárias para a prática do mahayana. Como esses seres chegam enfim a iluminação final, se tais veículos não produzem a realização completa?

Arhats e bodisatvas
Dois tipos de vacuidade e refutação da existência inerente dos agregados, um grosseiro, e um sutil.

Ausência de eu materialista
Algumas pessoas, erroneamente, pensam que o materialismo de Daniel Dennett e outros é compatível com a visão de não eu (e de não dualidade!) do budismo. Não poderiam estar mais errados.

Identidade budista
Mas e se eu criar uma identidade budista, meu “eu budista” não vai me impedir de me iluminar? A preocupação com as rodinhas de treinamento da bicicleta.

Existe budismo sem renascimento?
Renascimento no budismo já não era um tópico fácil antes da cultura ser predominantemente materialista. O que o renascimento ainda pode nos ensinar?

Continuidade, não eu, renascimento e madhyamaka
Se, como no meu video sobre se “O Buda Existiu?” foi afirmado, a madhyamaka não afirma nem nega a mente, ela afirma ou nega renascimento ou continuidade?

Filosofia da linguagem e vacuidade
O que Buda e Wittgenstein têm em comum? Uma breve comparação da noção de vacuidade como exposta pela prasangika madhyamaka e o segundo Wittgenstein.

10 mil éons perdido no nirvana
Para atingir o reconhecimento completo da vacuidade, qual é o caminho mais rápido? O shravakayana, o mahayana ou o vajrayana?

Eternalismo, niilismo e outros extremos
Quando falamos em Caminho do Meio no contexto budista, podemos estar nos referindo a várias coisas. Neste texto examino aspectos da polêmica budista em torno de extremos filosóficos e como lidar com eles.

Ouro fino
Refazemos o caminho de 4.2.2.2.2.4.1.4 com o comentário de Troshul Jamdor, que examina como os diversos veículos (aceitos pelo oponente) justificam a visão do pináculo da nyingma.

Um gole do espaço
Não identificar os cinco agregados com a imputação de um eu não é a mesma coisa que reconhecer a vacuidade dos agregados.

O conceito de ausência de eu
Por que a escola Caminho do Meio diz que o eu não possui sequer uma existência relativa, mas é uma convencionalidade inválida?

Estabelecendo o veículo único
Saber que o eu não se aplica aos agregados não é a mesma coisa que reconhecer a vacuidade dos agregados. Reconhecer a vacuidade dos agregados, porém, implica saber que o eu não pode se aplicar aos agregados.

O eu não tem nenhum tipo de existência
Alguns budistas na internet afirmam que o eu existe de forma relativa. Como escapar dessa ideia absurda?

Renascimento e não eu
Embora seja contraintuitivo para o pensamento convencional, a explicação budista é a de que o renascimento apenas é possível exatamente porque nunca existiu um “eu”.

Quem falou em ausência de eu?
Muitas perguntas comuns sobre ausência de eu não levam em consideração contextos básicos.Muitas perguntas comuns sobre ausência de eu não levam em consideração contextos básicos.

Grupo de Whatasapp (apenas anúncios)
todo conteúdo, design e programação por Eduardo Pinheiro, 2003-2024
(exceto onde esteja explicitamente indicado de outra forma)