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Taxonomias do Darma do Buda

Algumas vezes as pessoas olham o budismo com alguma expectativa de simplicidade, e, de fato muitas vezes o budismo preza e acolhe com contentamento pessoas e práticas simples — ninguém quer adicionar complicação à já sobrecarregada mente dos seres confusos (nós). Porém, por uma questão de diversidade, que espelha sua longevidade e tremenda adaptação a várias culturas, o budismo acaba sendo um fenômeno altamente complexo em vários níveis sociais e filosóficos. Por mais que o praticante tente lidar com seu relacionamento com seus professores e com a comunidade budista da forma mais direta e simples possível, ele vai encontrar uma série de conceitos e nomenclaturas bastante específicos — e aqui não me refiro a conceitos gerais essenciais à prática budista, como samsara, carma, três joias etc. — mas aos conceitos e terminologias que dizem respeito a duas categorias de coisas a) estilos, modos e ensinamentos diversos e b) grupos de pessoas.

O sujeito moderno que apenas quer fazer sua prática pode pensar “bom, eu não preciso me inteirar de toda a geopolítica budista para praticar”, ou, pelo contrário, pode até achar que “antes de começar a praticar, preciso analisar todas as formas existentes e escolher a melhor/que se adapta melhor a mim”. Ambas as ambições são incompatíveis com a realidade. Por um lado, vai sempre ser necessário saber um pouco da estrutura e posição de sua própria prática com relação à cultura em geral — no mínimo para dizer para sua tia que não, não é essa forma de budismo que você pratica, quando ela aponta para alguma atriz famosa na TV repetindo nam-myoho-renge-kyo1O nome do Sutra do Lótus em japonês, que algumas tradições religiosas japonesas repetem como única prática. Embora o Sutra do Lótus e a imagem do Buda estejam vinculadas a essas tradições, e elas algumas vezes digam que são o “único budismo verdadeiro”, outras tradições budistas dirão que elas não passam em certos critérios básicos para dizer que se trata de budismo. Ao praticar o budismo é essencial saber o que não se considera budismo, onde começa e onde acaba a doutrina do Buda. Isso faz parte do voto de refúgio. Isso não deve, é claro, se tornar motivo para intolerância religiosa., ou para saber situar que patriarca em comum você tem com um amigo que pratica, digamos, o budismo tibetano, enquanto você pratica o zen (Nagarjuna seria um patriarca2Patriarca pode ser uma palavra problemática, ainda mais considerando Nagarjuna, que recebeu, segundo a tradição tibetana, ensinamentos de Aria Tara (uma “matriarca”?) — no zen é comum a denominação “patriarca” para budas e bodisatvas do passado que tiveram alunos que atingiram a realização e cuja linhagem chega até nós hoje. No budismo tibetano eles são chamados de “detentores da linhagem”. comum). Por outro lado, se você for tomar em conta toda a diversidade, você vai passar várias vidas examinando tradições — e pior, como você vai examinar sem se engajar na prática, seus critérios vão ser meramente baseados em inferência e testemunha... em outras palavras, você precisa se engajar numa prática que considere fidedigna assim que você encontre uma, e você deve permanecer sempre aberto a mais informações sobre outras práticas e formas, desde que isso não se torne uma perda de foco e coerência.

Um aspecto importante a frisar é que essa diversidade de formas foi encorajada pelo próprio Buda. A natureza do ensinamento do Buda é que ele se adapta ao recipiente, isto é, é um ensinamento feito sob medida para seres com dificuldades bastante peculiares. Há inclusive a noção de ensinamentos mais gerais e ensinamentos mais específicos — exatamente como na metáfora tão usada no budismo do Buda como um médico e dos ensinamentos como remédios. Isto é, há remédios que auxiliam problemas comuns a muitas pessoas, ou uma grande gama de problemas, e há remédios que são muito específicos para certas condições e circunstâncias. Outro aspecto comum quando falamos dos ensinamentos “secretos” do Buda presentes em algumas formas, é que alguns medicamentos são perigosos, seja por terem fortes efeitos colaterais e contraindicações muito comuns, ou até mesmo por serem facilmente “abusados”, em automedicação ou usados fora de seu contexto muito específico.

Algumas vezes eu comentei de duas tradições budistas para alguém e o comentário irônico foi “ah, então é como o ‘protestantismo’”. A situação no budismo é um bocado mais complexa do que a talvez já bem complexa situação no cristianismo. Ela é mais complexa porque ela inclui os vastos elementos de sectarismo, e diferenças de interpretação de texto de como isso se espelha em modos de vida e diferentes culturas, com tensões políticas, guerras e dinheiro envolvidos, exatamente como no cristianismo — mas também envolve diversidade que é encorajada. Em outras palavras, o budismo tem todas as complexidades do cristianismo no que concerne à suas formas, mais o fato de que a maioria das tradições budistas reconhece a diversidade como algo inerentemente bom, dentro e fora de sua tradição, haja vista o exemplo do próprio Buda, ao ensinar coisas diferentes para pessoas diferentes. A noção de literalidade é bem menor numa tradição que não envolve textos revelados, mas ensinamentos que surgem da união das necessidades dos seres e da compaixão dos budas e bodisatvas. Em outras palavras “A Palavra de Deus” e a “Palavra do Buda” são coisas extremamente distintas: a primeira é igual à verdade ou à lei, a segunda é muito mais um método apresentado com objetivo de aliviar o sofrimento do que uma explicação sobre as coisas ou uma ordem divina.

Tendo em vista claramente esta diferença, e o fato de que ainda assim, mesmo com toda a rica diversidade sendo encorajada, há sectarismo no budismo, podemos começar a ver algumas das formas que os nomes passam a ser dados a grupos e ideias.

O caso mais notório é o da palavra "hinayana". Hinayana significa literalmente “veículo estreito”, ou “veículo dos estreitos”, querendo dizer, de uma forma mais geral, forma de prática daqueles que não tem muita compaixão, que são meio egoístas. Esse é um nome pejorativo dado pelos mahayanistas (agora sim, forma daqueles que tem uma maha, grandiosa, compaixão) tanto a grupos de praticantes quanto a ideias e valores no que diz respeito à prática budista.

Se por um lado existe um forte apelo sectário nessa terminologia, parece também haver um objetivo didático. Isto é, enquanto mahayanistas podemos verificar se a nossa prática está realmente voltada para o benefício dos seres, e se abdicaríamos realmente no nirvana para continuar trazendo benefício aos seres. Em outras palavras, se pensamentos hinayana surgirem em nós, devemos ter ânsia de vômito. Ao mesmo tempo, ainda, o que é mais difícil de entender, o hinayana é visto como um ensinamento genuíno do Buda! Os mahayanistas não estão dizendo que o Buda não ensinou o hinayana — de fato, o hinayana é o ensinamento do Buda para aqueles que não têm esse tipo de coragem, de abdicar do nirvana em benefício dos seres. Então o mahayanista possuiria simultâneos respeito e desprezo pelo hinayana, o que, dado o contexto, não é impossível de entender. É inferior, mas é válido e bom enquanto inferior, desde que você não consiga nada mais do que isso.

Porém, como fica a quem é dado esse nome? É difícil entender hoje como é um enorme choque cultural para alguns professores de diferentes culturas asiáticas, alguns que não são seres totalmente realizados, e que possuem preconceitos e racismos variados, e que se deparam, ali em Times Square ou na esquina da Ipiranga com a Av. São João com outras tradições asiáticas que seus textos milenares sequer descrevem. Ouvi de um lama tibetano que o zen seria hinayana, acho que por causa da compostura e sobriedade dos praticantes (o foco em ética é próprio do hinayana). Porém, o zen possui claramente os textos próprios do mahayana, e seria bastante difícil identificar uma tradição que usa o Sutra do Coração como hinayanista. Mas é difícil para nós entender que, para os tibetanos e japoneses, o encontro ocorreu no ocidente e neste século — eles passaram mais de 1000 anos separados por suas xenofobias próprias, desenvolvendo muito suas respectivas tradições durante este tempo.

Mas o foco comum do epíteto hinayana é o theravada. Embora historicamente falando o theravada não existisse quando os mahayanistas começaram a criticar certas práticas com a palavra “hinayana”, uma identidade de textos (o cânone em páli), torna a identificação muito comum. Afinal, por mais respeito que os theravadins tenham com o Sutra do Coração ou com professores como Nagarjuna, esses não são textos de sua tradição. A solução que alguns professores tibetanos deram foi inclusive parar de usar o termo hinayana e falar apenas “theravada”. Então os três veículos seriam o theravada, o mahayana e o vajrayana. Mas, sinto dizer, embora dessa forma eles não usem um nome pejorativo, colocam a tradição na mesma posição de inferioridade relativa. Shantideva deveria ser traduzido então no sentido de que o bodisatva devia ter ânsia de vômito ao pensar em praticar o theravada? Acho que não.

O que precisamos é entender cada tradição em seu contexto. Para o theravada, não existe o conceito de yana. O mahayana e o vajrayana falam de yanas, e possuem, dentro deles mesmos, certos ensinamentos que identificam como hinayana, para pessoas menos capazes, com menos compaixão e mais covardes. É incorreto identificar qualquer grupo de pessoas com o epiteto “hinayana”. Isso equivale a xingar alguém, mesmo que haja a ressalva “mas é uma prática válida (ainda que inferior) ensinada pelo próprio Buda!”. O que isso não impede é que seja perfeitamente correto olhar para a própria prática e examinar se estamos desenvolvendo tendências hinayanistas.

Estritamente falando, é possível que o theravada considere mero romantismo a coragem e a compaixão que os mahayanistas tanto prezam. Claro que há prática de compaixão no theravada, porém não creio que exista a noção de bodicita, ou a noção de que deveríamos abdicar do nirvana em benefício dos seres. Isso não é compreensível do escopo theravada. Porém, ainda que essas características garantissem a classificação do theravada como hinayana, isso estaria, mesmo assim, na classe do falar mal, do xingamento. E por quê? Porque o theravada tem todo o direito de ser avaliado por suas nomenclaturas e pelos seus próprios mecanismos internos, e não por um fiscal mahayanista. Da mesma forma, o uso do termo hinayana no contexto do vajrayana e do mahayana é lícito, porque não deve haver um fiscal do theravada extirpando nomenclatura de dentro de uma tradição, por mais que ocasionalmente ela tenha sido usada num sentido meramente sectário.

Até aqui então falamos de, aparentemente, duas classes de taxonomia. Uma diz respeito a pessoas (theravada, zen, budismo tibetano) e a outra diz respeito a tipos de ensinamentos (yanas). Infelizmente isso não é tão simples. Zen vem de uma corrupção da palavra sânscrita dhyana: na china virou c’han, no japão virou zen. Dhyana é a prática de meditação sentado, o treinamento em concentração da atenção. Mahayana também tem um sentido altamente duplo aqui: algumas vezes é o conjunto de práticas e ensinamentos, e uma ou mais visões filosóficas (vacuidade, natureza de Buda, bodicita), e algumas vezes é um grupo de praticantes específico (mahayana chinês, algumas vezes é uma expressão usada). O mais fácil seria que os nomes de grupos de pessoas fossem totalmente separados do nome de práticas/filosofias/estilos, porém isso não é assim.

Muitas vezes a nomenclatura é estabelecida retrospectivamente. É o caso com a filosofia mahayana chamada de madhyamaka prasangika, “consequencialismo do caminho do meio”. Madhyamaka (caminho do meio) é uma expressão presente em muitos níveis nos ensinamentos budistas, mas uma escola filosófica com esse nome foi atribuída a Nagarjuna, embora ele mesmo talvez não chamasse seus ensinamentos dessa forma. Desenvolvimentos posteriores na Índia medieval levaram a debates sobre a natureza e o uso da linguagem e do encadeamento lógico para apresentar os ensinamentos. Esses debates foram examinados detalhadamente pelos tibetanos por vários séculos após eles acabarem na Índia, e “svatantrika” e “prasangika” viraram o nome das respetivas visões e de seus proponentes. Assim, embora Chandrakirti não tenha sabido disso (a não ser que fosse onisciente) ele é tido como um grande expoente da prasangika. A prasangika, aliás, é tão escorregadia que todas as escolas tibetanas hoje se dizem seguidoras dessa visão filosófica — embora uma tenha tentado mostrar que a prasangika da outra não é tão exatamente prasangika como ela gostaria que fosse... O presente Dalai Lama acalmou muito a situação ao dizer que sim, todos são prasangika, embora alguns ainda tenham uma “estética” yogachara.

De forma geral, podemos dizer que todas as coisas que envolvem diferenças são “tradições” — exceto aquelas que foram nomeadas retroativamente, como o hinayana e a prasangika. No caso do hinayana, o termo técnico é yana mesmo, e é uma ideia que surgiu no mahayana, a partir da noção de que o Buda teria ensinado um caminho inteiro, cheio de ensinamentos e práticas, para determinadas pessoas sem grande compaixão. Porém existe muito debate se haveria uma distinção ou não no que concerne a visão de vacuidade do mahayana e do hinayana. O que complica no caso das yanas é que no caso da distinção entre o vajrayana e o mahayana, novamente existe a distinção de capacidade do praticante, que no vajrayana tem uma “diversidade de meios”, e pode usar as aflições mentais como combustível para a prática espiritual, enquanto que no mahayana apenas antídotos são aplicados. E, no que concerne à vacuidade, também há algum debate se vajrayana tem uma visão superior a do mahayana, ou, como sustentam alguns, apenas um diferencial com base em “tradução antiga”.3A tradição nyingma, tibetana (que também recebeu seu nome retroativamente, quando fizeram a “nova tradução”, sarma, dos tantras, os aderentes da antiga tradução ficaram com esse nome, “tradução antiga”), reconhece nove yanas. Em particular o hinayana é dividido em shravakayana (veiculo dos ouvintes) e pratiekabuddhayana (veículo dos budas solitários). Shravakayana foi um termo sugerido para substituir o termo hinayana em alguns contextos, por ter menos implicação pejorativa.

No caso da madhyamaka prasangika, aí estamos falando de visão filosófica. Os tibetanos em seu sistema de ensino mencionam quatro escolas principais: duas hinayana, vaibhasika e sautrantika, e duas mahayana, cittamatra e madhyamaka. A madhyamaka se subdivide em svatantrika e prasangika. Porém isto parece refletir mais uma visão local da Índia medieval, e um dispositivo didático, do que propriamente a variedade de escolas e tradições budistas ao longo dos mais de mil anos que separam o Buda da chegada do budismo no tibete. Em outras palavras, a diversidade é muito maior do que a estudada nos mosteiros tibetanos. Este é um esquema didático para apresentar os ensinamentos, e cada uma das visões não é assumida como algo que outra pessoa sustenta, mas sim reconhecemos os argumentos todos operando em nossa própria mente, e os vamos refinando.

Em particular a yogachara, que guarda certa semelhança com o que os tibetanos chamam de cittamatra (não exatamente a mesma coisa), influenciou muito o zen e o próprio budismo tibetano. É possível que cittamatra fosse o nome de um espantalho4Expressão filosófica para uma versão enfraquecida da tese atacada, fabricada pelo atacante seja para tornar seu trabalho mais fácil, seja por falta de entendimento dela. da yogachara criado para os ataques dos madhyamikas na Índia medieval. Em todo caso, a yogachara foi uma tradição, e ela inspirou muitas tradições vivas, embora hoje ninguém levante a bandeira “sou um praticante yogachara”.

Assim temos tradições (vivas e mortas), yanas e escolas (visões filosóficas, atribuídas por outros ou assumidas pela própria escola).

Para confundir um pouco mais, temos a linhagem. Uma determinada prática é feita, dá resultados e é ensinada. Cada professor de uma tradição domina, ou detém, uma ou mais “linhagens”. Este conceito é importante no budismo em geral, mas é em particular enfatizado no budismo tibetano, dada a diversidade de práticas e formas encontráveis dentro de uma única tradição. Mas também existe no zen e no theravada, e possivelmente em outras tradições. Possivelmente em todas. Quando se fala em “tradição” é possível pensar desde “a cultura”, budismo tibetano, chinês, japonês, indiano, tailandês, coreano, vietnamita etc. Até a cultura própria de um vilarejo e mesmo de um mosteiro particular. Nesse sentido é possível falar tanto em subtradição como em sublinhagem.

Para terminar, temos a ordem, que é a linhagem monástica, com suas regras específicas. Há três linhagens monásticas sobreviventes, theravada, dharmaguptaka e mulasarvastivada. Independente de tradição ou linhagem, cada monge budista pertence a uma dessas três ordens.

O ponto principal é entender que essas diversas taxonomias, em particular yana e escola, mas também um pouco linhagem, tem usos internos e fazem sentidos diferentes (tem ênfases diferentes, são semanticamente diferentemente contextualizados) em cada tradição budista. Alguns desses usos são sectários e devem ser combatidos, e outros desses usos são meramente didáticos, e devem ser conservados como tais.


1. ^ O nome do Sutra do Lótus em japonês, que algumas tradições religiosas japonesas repetem como única prática. Embora o Sutra do Lótus e a imagem do Buda estejam vinculadas a essas tradições, e elas algumas vezes digam que são o “único budismo verdadeiro”, outras tradições budistas dirão que elas não passam em certos critérios básicos para dizer que se trata de budismo. Ao praticar o budismo é essencial saber o que não se considera budismo, onde começa e onde acaba a doutrina do Buda. Isso faz parte do voto de refúgio. Isso não deve, é claro, se tornar motivo para intolerância religiosa.

2. ^ Patriarca pode ser uma palavra problemática, ainda mais considerando Nagarjuna, que recebeu, segundo a tradição tibetana, ensinamentos de Aria Tara (uma “matriarca”?) — no zen é comum a denominação “patriarca” para budas e bodisatvas do passado que tiveram alunos que atingiram a realização e cuja linhagem chega até nós hoje. No budismo tibetano eles são chamados de “detentores da linhagem”.

3. ^ A tradição nyingma, tibetana (que também recebeu seu nome retroativamente, quando fizeram a “nova tradução”, sarma, dos tantras, os aderentes da antiga tradução ficaram com esse nome, “tradução antiga”), reconhece nove yanas. Em particular o hinayana é dividido em shravakayana (veiculo dos ouvintes) e pratiekabuddhayana (veículo dos budas solitários). Shravakayana foi um termo sugerido para substituir o termo hinayana em alguns contextos, por ter menos implicação pejorativa.

4. ^ Expressão filosófica para uma versão enfraquecida da tese atacada, fabricada pelo atacante seja para tornar seu trabalho mais fácil, seja por falta de entendimento dela.




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