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Recomendações para contato

Se você me conhece, e eu conheço você, o que está aqui não se aplica tanto. Estas recomendações são para pessoas que estão fazendo o primeiro contato, ou com que não tenho nenhuma intimidade.

Não deixe de escrever por hesitar quanto a minha possível reação, mas seja cuidadoso na sua expressão.

A maior parte do tempo sou naturalmente bastante receptivo, mas seja direto e respeitoso.

É digno e educado se apresentar, com nome, cidade profissão/área de estudo/interesses. Caso pratique o budismo, é interessante dizer com que sanga. Também é interessante dizer o que exatamente você leu do que eu escrevi, ou se me conheceu em algum evento. Você pode tentar um contato anônimo, mas nesse caso o tratamento vai ser o mais impessoal e rápido possível.

Minha forma de contato preferida é o e-mail. O chat pelo Facebook é ok se não se tratar de um questionamento elaborado, nem uma conversa demorada. Telefone nem pensar. (Skype só marcando, e cobro por hora, e mesmo assim fico de má vontade — combine pelo e-mail.)

Você sempre pode me seguir ou adicionar como amigo no Facebook sem problemas.

Por favor, se puder, me avise de erros de ortografia e gramática em meus textos. Também erros de conteúdo, ou de concatenação de ideias, ou repetições. E falhas de design neste site, ou se algo estiver fora do ar. Agradeço muito.

Caso a pergunta seja sobre budismo, passe um tempo olhando meus textos antes. Veja se já não respondi. Essa leitura inicial ajuda a depurar um pouco o conhecimento do vocabulário e das ideias gerais, de forma a tornar a comunicação mais proveitosa para ambos. Além de não se perder tempo, caso eu já tenha respondido ou tratado de algo que você pretendia perguntar. Use o google, adicionando “site:tzal.org” na busca para delimitar a busca a apenas meu website, se achar necessário.

As perguntas sobre budismo têm prioridade. Depois respondo ciência dura e humanas e filosofia, em alguma coisa que eu saiba e me interesse. Dicas e comentários culturais em geral e sobre filmes em particular em terceiro lugar. Dicas ou comentários de música ou baixa cultura em quarto. Perguntas sobre tecnologia e coisas práticas são o que menos me interessa. (Sim, as pessoas vêm a mim com essa gama toda de expectativas, embora eu não seja especialista em absolutamente nada.)

Algumas vezes demoro para responder, mas quase sempre respondo, se a questão for sobre budismo ou algo que eu entenda e tenha algo a comentar. Caso o assunto seja marginal a meus interesses, ou eu não tenha nada a comentar sobre um dos assuntos menos prioritários, algumas vezes não respondo.

Porém, não espere que eu seja seu professor de budismo, não tenho autorização para isso. Isso significa que conselhos pessoais e questões de prática, se forem, serão respondidos da forma mais genérica possível: geralmente digo para você frequentar uma sanga e fazer retiros. Ocasionalmente me sinto na posição de dar um conselho ou outro — mas tente focar a questão de uma forma mais abstrata, e menos pessoal. Uma dica é olhar Centros de Darma que recomendo. Outra dica é repensar bem essa baixa autoestima aí, e procurar um grande professor, não pessoas com pouca educação e nenhuma prática. Há uma tendência no Brasil de se aceitar quase qualquer um como professor ou orientador de sua prática do darma — a pessoa talvez devesse começar com o Dalai Lama, se não conseguir ser aluno dele, aí sim desce um degrau. E vai indo. Quando descer sete bilhões de degraus e só tiver eu e o Donald Trump, eu penso no seu caso. Eu certamente não me contentaria com alguém equivalente a minha pessoa como meu professor — eu não sou ninguém, mas pelo menos não sou tão estúpido.

Da mesma forma, não me procure para apenas compartilhar ideias sobre o budismo ou outras coisas. Ou para fofocas e discussão política ou de assuntos do momento. Não estou atrás de um professor, não estou interessado em propaganda ou conversão — ou em falar de coisas “da onda”, muito menos sobre sua terapia alternativa ou visões new age. Não tenho muita paciência para conversas sobre política, mesmo no abstrato — eventualmente respondo alguma pergunta sobre um ponto que tratei em algum de meus textos.

Por favor, elogie o que achar elogioso. Embora geralmente a isso eu apenas responda algo como “obrigado pela atenção”, é meritório para você elogiar o que você acha elogioso. O que eu faço com esse elogio, daí é problema meu.

Ao fazer críticas, seja construtivo. Pense “estou na posição de fazer esse comentário negativo?” Caso você acredite que ele é necessário, seja direto e respeitoso. A não ser que você me conheça bem e eu abertamente respeite sua opinião, evite criticar minhas atitudes, já que isso não faz sentido e só vai colocar você numa situação constrangedora.

Em outras palavras, meu tempo, minhas regras.

Estas dicas vieram devido a minha experiência de mais de 20 anos lidando com estranhos na internet, e alguns problemas resumidos em dois posts de facebook:

Campanha PAREM DE USAR O PINHEIRO COMO GOOGLE.

Gente, eu sei que para vocês parece mais agradável deslocar meu tempo...

Posted by Padma Dorje on Monday, December 17, 2012


Acontece pelo menos uma vez por semana.

A pessoa me aborda ostensivamente para conversar sobre budismo. Mas não faz uma...

Posted by Padma Dorje on Sunday, April 23, 2017

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